O dia promete poucas agitações nos indicadores. Por esse motivo, os mercados estão focados no líder do Federal Reserve, Jerome Powell. Agora pela manhã, ele inicia uma conferência sobre controle bancário.
Ao passo que a espera pelas próximas ações do Fed é significativa, Powell não deve abordar nem as influências políticas, nem a política monetária, já que o evento ocorre durante o período de quietude que antecede a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) na próxima semana.
Os gestores do Fed já indicaram a intenção de manter as taxas de juros dos Estados Unidos intactas, enquanto observam os impactos da política tarifária de Donald Trump na economia norte-americana.
Vale ressaltar que Trump tem criticado Powell desde antes do início de seu mandato, pressionando o Fed por cortes de juros mais agressivos.
A mais recente tentativa de tumultuar envolve pressionar a saída de Powell com base em uma modernização de US$ 2,5 bilhões na sede do banco central. A Casa Branca acusa o Fed de má administração do projeto, enquanto aliados republicanos afirmam que Powell teria faltado com a verdade ao Congresso ao minimizar o alcance da modernização.
Os mercados asiáticos fecharam em alta, com exceção do Japão. Enquanto isso, os mercados europeus operam de forma mista, e os índices futuros de Wall Street recuam nesta manhã.
O petróleo está em declínio neste momento. O mercado está se preparando para o dia 1º de agosto, quando as últimas tarifas anunciadas por Trump devem entrar em vigor. Entre as mais expressivas estão os 50% impostos ao Brasil e os 30% à União Europeia.
As criptomoedas estão em baixa nesta manhã. O bitcoin (BTC) está sendo negociado a US$ 118 mil, apresentando uma redução de 0,2%. Enquanto o ethereum (ETH) recua 2,8% e é transacionado a US$ 3.600.
Neste contexto, o dia traz uma agenda esvaziada, com destaque para o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do terceiro bimestre, que deve manter o bloqueio de R$ 31 bilhões.
Os investidores seguem de olho nas relações comerciais entre Brasil e EUA. O Ministério da Fazenda já preparou um plano de resposta às tarifas de 50% impostas por Trump sobre os produtos brasileiros. Segundo Fernando Haddad, o governo está considerando a implementação de um programa de auxílio aos empresários afetados e o estabelecimento de linhas de crédito emergenciais.
Além disso, a situação se intensificou em Brasília após a desobediência às medidas cautelares determinadas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de 24 horas para a defesa de Bolsonaro se manifestar sobre a publicação de links de entrevistas concedidas nos últimos dias à imprensa. Moraes advertiu que o ex-presidente pode ser detido ao desrespeitar as cautelares.
No último pregão, o Ibovespa (IBOV) avançou 0,59%, alcançando 134.166,72 pontos.
O iShares MSCI Brazil (EWZ), o principal fundo de índice (ETF) brasileiro em Nova York, subiu 0,41% no mercado secundário da sexta-feira, cotado a US$ 27,19.
Indicadores econômicos
Agenda – Lula
Agenda – Fernando Haddad
Agenda – Gabriel Galípolo
Bolsas asiáticas
Bolsas europeias (mercado aberto)
Wall Street (mercado futuro)
Commodities
Criptomoedas
Excelente terça-feira e fique de olho no Money Times para acompanhar as últimas notícias do mercado!
Fonte: Money Times
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